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	<title>CTAV &#187; Notícias CTAv</title>
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	<description>Centro Técnico Audiovisual</description>
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		<title>Entrevista com o diretor Yuri Westermann</title>
		<link>http://www.ctav.gov.br/2012/02/02/entrevista-com-o-diretor-yuri-westermann/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CTAv]]></category>
		<category><![CDATA[diretor estreante]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Primeiro Plano]]></category>
		<category><![CDATA[premio ctav]]></category>

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		<description><![CDATA[Vencedor do Prêmio CTAv no Festival Primeiro Plano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Yuri Westermann, de 25 anos, é natural de Juiz de Fora (MG) e começou a assistir muitos filmes quando iniciou o curso de Ciências Sociais da UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora. Fez alguns trabalhos com roteiro, assistência de direção, de fotografia, maquinaria e atuação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Sobre Cinema e Diálogos” foi seu primeiro trabalho como diretor. Graças à premiação do júri popular no Festival Primeiro Plano, ganhou também uma bolsa para estudar na Escola de Cinema Darcy Ribeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme retrata um ator purista de teatro que recusa a proposta de trabalhar no cinema por considerá-lo uma arte de terceira. Em meio a chiliques e estrelismos, este ator dialoga com o seu advogado as limitações e artificialismos do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">“Sobre Cinema e Diálogos” foi contemplado com o Prêmio CTAv na edição de 2011 do Festival Primeiro Plano.</p>
<p><img class="size-full wp-image-7301 alignnone" title="Divulgação - Sobre Cinema e Diálogos" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/fotoSite1.jpg" alt="" width="589" height="337" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como surgiu a ideia inicial para a realização do filme?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A idéia inicial surgiu a partir de uma disciplina que eu cursava na Faculdade de Artes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), durante minha graduação em Ciências Sociais. A disciplina se chamava Cinema e Diálogos e abordava a relação do cinema com outras formas de arte, como o teatro, a música, fotografia, etc. A proposta de trabalho final era a realização de mini-videos em grupo. Decidi aproveitar a oportunidade e tentar produzir um curta-metragem independente com alguns amigos. O nome da disciplina me remeteu ao filme Sobre Cafés e Cigarros do Jim Jarmusch, fiquei com o Sobre Cinema e Diálogos na cabeça e passei a pensar a partir daí.</p>
<p><strong>O filme foi, de alguma forma, inspirado na sua própria experiência de vida?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Muito da ficção do filme é verdadeira e pessoal. Os personagens, os diálogos, as músicas e todas as referências dizem respeito à minha vida, aos amigos e ao cinema em si.</p>
<p><strong>Como foi o processo de financiamento do projeto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não tivemos nenhum recurso, nem apoio e nem incentivo. O filme foi feito de modo independente se valendo somente de muita amizade. O roteiro foi elaborado e adaptado, desde o começo, para as nossas limitações financeiras e de equipamentos.</p>
<p><strong>O filme foi premiado no Festival Primeiro Plano. Você já conhecia o festival antes da inscrição?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Sou de Juiz de Fora e conheço o festival Primeiro Plano já faz mais de cinco anos. Sempre acompanhei os longas e as mostras competitivas. Já vi ótimos filmes no festival, longas e curtas. Sempre quis exibir um filme meu, e, finalmente, consegui nessa última edição.</p>
<p><strong>Como o prêmio CTAv influencia a carreira do seu filme e os seus projetos futuros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente não tínhamos nenhuma pretensão de ganhar o festival, queríamos só exibir, pra completar o ciclo da feitura à exibição para o público. Receber o prêmio foi ótimo, uma felicidade por sentir o reconhecimento de um trabalho feito de modo tão singelo. Pretendemos enviar o filme para outros festivais nesse ano de 2012 e o prêmio do CTAv obviamente dá um respaldo muito positivo; de certo modo, passa a ser uma credencial, para o filme em si e para os próximos projetos.</p>
<p><strong>Como você vê os processos de distribuição e exibição do filme brasileiro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vejo de modo negativo e pessimista. Creio que a distribuição é um dos maiores problemas do cinema nacional, seja comercial ou independente. Na verdade, o independente nem se fala. Já o &#8220;cinemão&#8221; comercial parece querer ensaiar uma alteridade mas continua esmagado pela hegemonia das superproduções norte-americanas, que dominam as salas de cinema. Esses filmes, que já se pagam na estréia e se disseminam ao redor do mundo faturando milhões, continuam sufocando as produções locais. As leis de incentivo ajudam na produção, mas depois do filme pronto, enfrenta-se o gargalo para exibir e distribuir de modo eficaz.</p>
<p><strong>Quais são os planos para o futuro do filme? Ele será lançado em DVD ou exibido na televisão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento nada foi definido. Não tínhamos grandes pretensões com esse filme e portanto tudo ainda está recente. Vamos a princípio tentar percorrer mais festivais em 2012 e posteriormente pensar em como distribuir.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Entrevista com a diretora Juliana Reis</title>
		<link>http://www.ctav.gov.br/2012/01/19/entrevista-com-a-diretora-juliana-reis/</link>
		<comments>http://www.ctav.gov.br/2012/01/19/entrevista-com-a-diretora-juliana-reis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 18:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Magalhães</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CTAv]]></category>
		<category><![CDATA[Crowdfunding]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[juliana reis]]></category>
		<category><![CDATA[longa metragem]]></category>
		<category><![CDATA[mixagem]]></category>
		<category><![CDATA[serviços ctav]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto DISPAROS recebeu apoio do CTAv]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O site do CTAv apresenta uma entrevista com a diretora Juliana Reis, uma das contempladas com o serviço de mixagem no último período de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalista na origem, viveu na França por 16 anos. Lá, obteve mestrado em cinema pela Paris VIII, escreveu e dirigiu 5 curtas, além de vídeos institucionais para a UNESCO e SOS Racisme. Recebeu prêmio pela adaptação de Cronopios y Famas, de Julio Cortazar, e subvenções do CNC, Kodak e de Conselhos Regionais da França. No Brasil desde 2005, escreve projetos de ficção para João Jardim e Murilo Salles (O Fim e os meios, vencedor dos editais Petrobras 2007 e OI Futuro 2008) e desenvolve roteiros para os diretores Henrique Saladini (ALtobiografia), Themba Sibeko (Passarês, da África do Sul) e Kim Chapiron (L’homme rouge, da França). Faz parte do Colégio de Leitores do Centre National de La Cinematographie e da associação Autores de Cinema. Professora da Escola de Cinema Darcy Ribeiro e da Faculdade de Artes do Paraná, além de coordenadora da Oficina Escrevendo &amp; Filmes, parceria com NPDs.</p>
<p style="text-align: justify;">Princesinhas, uma co-produção com a França, será filmado no segundo semestre de 2012. DISPAROS, filme apoiado pelo CTAv e primeiro longa-metragem de Juliana como diretora, está em fase de finalização e tem lançamento previsto também para este ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como surgiu a idéia inicial para a realização do filme?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">DISPAROS narra a história real, ocorrida com o fotógrafo profissional Bruno Veiga, em agosto de 2007.  Mas o meu desejo de ficção nasceu, realmente, da constatação de que todos ao meu redor tinham uma história semelhante para contar. O roteiro foi então construído sob um patchwork de relatos reais referentes a episódios de violência urbana, mesclando paranóias, pré-julgamentos e atitudes impulsivas, que pouco se relacionam com o que deveria ser a vida do homem em sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O filme foi, de alguma forma, inspirado na sua própria experiência de vida?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando uma pessoa do seu círculo, alguém que você considera um ser super “paz e amor”, te declara que ela admira quem está passando na rua e resolve atropelar alguém que ela julgou ver assaltando outro, e fala de solidariedade humana&#8230; isso me interpelou! Essa foi a experiência pessoal que me impeliu a fazer o filme.</p>
<p style="text-align: justify;">              <img class="size-medium wp-image-6879 alignnone" title="DISPAROS" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2012/01/A-Quente_028-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /><img class="alignleft size-medium wp-image-6881" title="DISPAROS" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2012/01/A-Quente_031-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como foi o processo de financiamento do projeto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Selvagem. É o mínimo que posso dizer. Nenhum edital ganho; salvo, na verdade, o apoio do CTAv, mas que interveio já no meio da pós-produção. Todo o dinheiro foi buscado junto a empresas que nunca tinham patrocinado cultura. Tivemos que aprender como se faz, para então ensiná-los a nos apoiar. Fato é que aprendi demais, e sobre cada fase do processo. Também nos lançamos no financiamento participativo (Crowdfunding) e tivemos a alegria de merecer a confiança (algumas vezes bastante generosa) de pessoas do Brasil inteiro e completamente desconhecidas para nós. Agora que o filme já se defende sozinho, possibilidades de apoio começam a surgir. É um sentimento extremamente gratificante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como foi a experiência de realizar a mixagem do filme no CTAv?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imaginar que, depois de um processo tão “guerrilha”, ia me deparar com o equipamento <em>rolls royce</em> do CTAv deve ser o que chamam de “depois da tempestade, vem a bonança”. E isso sem falar da adesão irrestrita ao processo, oferecendo sempre o que o filme precisava e na medida do possível; sem dificuldades de ordem burocrática e trabalhando com técnicos da pesada. A reorientação do CTAv, no sentido de contribuir com projetos de filmes de ficção e de interlocução com o público, é extremamente feliz e me sinto privilegiada por ter participado na primeira leva. Acredito que devamos sair da ideia de que o cinema brasileiro tem que se dividir entre <em>blockbusters</em> bobos e herméticos filmes “cabeça”. Nada resiste a uma boa história, e isso nós temos para contar. Só posso dizer meus parabéns e muito obrigada!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-6883" title="DISPAROS" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2012/01/AZ55266-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" />Como você vê os processos de distribuição e exibição do filme brasileiro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final de 2010, o fenômeno Tropa de Elite 2 veio mexer (e oxigenar) o panorama da distribuição de cinema no Brasil, com o lançamento de um empreendimento como a NOSSA – uma plataforma de distribuição independente, idealizada pelo diretor Zé Padilha e colocada em ação com a parceria de Marco Aurélio Marcondes. Nesse novo modelo, é o próprio produtor que vai buscar recursos incentivados pra distribuir seu filme, no lugar dos distribuidores. Se ele não dispensa do processo a figura compulsória do distribuidor, sempre o primeiro a se reembolsar de recursos que ele não arriscou, ao menos o impele a se investir de maneira mais engajada no filme que distribui.  E isso, por si só, já representa um enorme ganho de qualidade na maneira de se trabalhar o filme brasileiro. Aliado a isso, subsídios como o PAR (Premio Adicional de Renda) oferecido aos produtores, distribuidores e exibidores que trabalham nos filmes nacionais, ajudam a potencializar o mercado. E o resultado dessa mágica é o publico, comparecendo cada vez mais aos nossos filmes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são os planos para o futuro lançamento do filme?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estamos em plena fase de tempestade de ideias, formulando a estratégia da nossa comercialização. Só dá para dizer que não vamos pegar muitos caminhos já percorridos. É a nossa meta.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Serviços CTAv &#8211; Saiu na Web</title>
		<link>http://www.ctav.gov.br/2011/09/30/servicos-ctav-saiu-na-web/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 17:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CTAv]]></category>
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		<category><![CDATA[transfer]]></category>

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		<description><![CDATA[“Muita alegria em ver o nosso filme grande na tela com a textura da película 35mm acompanhado por um som digital 5.1."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">A equipe do curta <em>Desacerto</em> fala sobre a experiência de ter seu filme apoiado através de seleção pública no Centro Técnico Audiovisual- CTAv.</p>
<p class="MsoNormal">Leia abaixo o depoimento escrito pelos próprios em seu blog:</p>
<p class="MsoNormal">_________________________________________________________________________________________________</p>
<div id="attachment_6262" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/09/desacerto.jpg"><img class="size-medium wp-image-6262 " title="desacerto" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/09/desacerto-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"> Rodrigo Marques, Marcos Alma e Eduardo Consonni</p></div>
<p class="MsoNormal">“No começo do ano vimos que o CTAv tinha terminado as reformas nos seus equipamentos e aberto as inscrições para mixagem e transfer para curtas. Inscrevemos o nosso novo documentário &#8220;DESACERTO&#8221; buscando os dois serviços para o primeiro período de realização em 2011.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Voltando do carnaval, vimos o resultado da seleção e estávamos contemplados para os dois serviços, mixagem e tranfer para 35mm. Alegria total!</p>
<p class="MsoNormal">Poder ter nosso documentário finalizado pelo CTAv comprova a democrática distribuição dos recursos e estrutura deste centro que tem como alguns dos principais objetivos:</p>
<p class="MsoNormal"><em>“Apoiar o desenvolvimento da produção cinematográfica nacional, dando prioridade ao realizador independente de filmes de curta, média e, eventualmente, longa-metragem; estimular o aprimoramento da produção de filmes de animação e curta metragem;&#8230;”</em></p>
<p class="MsoNormal">Ficamos muito felizes e honrados de ter nosso filme reconhecido pelo CTAv e agora é preparar o material para começar o processo de finalização.</p>
<p class="MsoNormal">Rumo ao Rio com muita vontade de conhecer o CTAv e poder fazer parte desta história com a realização de um filme que acreditamos muito!</p>
<p class="MsoNormal">Obrigado, CTAv!”</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;"><em>Fonte:</em> <em><a href="http://complocoletivo.blogspot.com/" target="_blank">http://complocoletivo.blogspot.com</a></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Se ficou animado com a possibilidade de ver </strong><strong>também </strong><strong>seu filme ser selecionado, inscreva-se <a href="http://www.ctav.gov.br/servicos/">aqui mesmo</a> no site e concorra a serviços gratuitos de mixagem, transfer e empréstimo de equipamentos.</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
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		<title>Facebook do CTAv</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 15:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias CTAv]]></category>
		<category><![CDATA[facebook oficial do Ctav]]></category>
		<category><![CDATA[página do CTAv]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora temos nossa própria página na rede social!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6244" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.facebook.com/pages/CTAv-Centro-T%C3%A9cnico-Audiovisual/251783021531496"><img class="size-medium wp-image-6244          " title="face" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/09/face-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">______ Página oficial do CTAv no Facebook ______</p></div>
<p class="MsoNormal"><span>O Facebook é a rede social que mais cresce e ganha adeptos no mundo. Através dele, usuários se informam, trocam conhecimentos e  podem se aproximar independente das distâncias geográficas que os separam. Pensando nisso, o CTAv criou sua própria página, onde os interessados poderão encontrar conteúdo sobre o audiovisual brasileiro e se comunicar conosco de forma mais direta e simplificada.</span></p>
<p class="MsoNormal">Quer entrar nessa? Curta nossa página e receba a partir de agora nosso conteúdo em seu <em>feed de notícias</em>!</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.facebook.com/pages/CTAv-Centro-T%C3%A9cnico-Audiovisual/251783021531496">http://www.facebook.com/pages/CTAv-Centro-T%C3%A9cnico-Audiovisual/251783021531496</a></p>
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		<title>Entrevista com Daniel Ribeiro</title>
		<link>http://www.ctav.gov.br/2011/09/19/entrevista-com-daniel-ribeiro/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 18:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[eu não quero voltar sozinho]]></category>
		<category><![CDATA[vencedor festival gay de cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[O diretor do premiado " Eu não quero voltar sozinho"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6154" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/09/curta_eu-nao-quero-voltar-sozinho_foto2.jpg"><img class="size-medium wp-image-6154" title="curta_eu-nao-quero-voltar-sozinho_foto2" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/09/curta_eu-nao-quero-voltar-sozinho_foto2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Divulgação - Filme &quot; Eu não quero voltar sozinho&quot;</p></div>
<p class="MsoNormal"><span> Formado em Audiovisual pela ECA-USP em 2006, Daniel Ribeiro rodou seu primeiro curta-metragem, &#8220;Café com Leite&#8221; em 2007. O filme estreou internacionalmente no Festival de Berlim e ganhou o Urso de Cristal de Melhor Curta Metragem. No mesmo ano, o diretor também foi um dos criadores do projeto Música de Bolso, que grava vídeos musicais em lugares inusitados e os disponibiliza no site do projeto, tendo, até hoje, mais de 340 vídeos gravados. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Em 2010 ele  rodou seu segundo curta metragem, chamado &#8220;Eu Não Quero Voltar Sozinho&#8221;, que ganhou 4 prêmios no Festival Paulínia de Cinema, além do prêmio de Melhor Curta Metragem de Ficção Brasileiro do Festival Gay de Cinema 2011.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Confira abaixo a entrevista que ele concedeu ao site do CTAv:</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt;Em seu currículo como cineasta você já coleciona diversos prêmios e menções. Esse ano levou a categoria de Melhor Curta-Metragem Brasileiro no Festival Gay de Cinema. Como você recebeu mais essa vitória?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; Foi muito bom receber este prêmio no Festival Gay do Rio, principalmente por ser um prêmio de público. O principal objetivo de um filme é conseguir a comunicação com o público e este tipo de prêmio nos dá um sinal de que esse diálogo foi alcançado.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt; Fale um pouco sobre o filme que o levou a conquista; sua idealização, sua produção, suas ambições com o projeto:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; O meu projeto de conclusão de curso na ECA em 2006 era sobre os personagens homossexuais no cinema brasileiro. Os dois curtas são consequência desta pesquisa. O objetivo era a criação de histórias com personagens gays mas que o foco não fosse sobre a homossexualidade deles. O Eu Não Quero Voltar Sozinho, apesar de abordar a descoberta da sexualidade de um jovem cego, não pretendia colocar o fato do personagem ser gay como questão central da trama. A ideia era retratar a descoberta do primeiro amor de um adolescente deixando tanto a cegueira quanto a homossexualidade em segundo plano.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt;“Eu não quero voltar sozinho” é um filme extremante sutil e adornado de uma inocência evocada pela juventude, que aborda em si o tema “homossexualismo”. Você acredita que a discussão do assunto “homossexualidade” no cinema já se libertou ou ainda é um tabu?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; O cinema é um dos meios em que a homossexualidade tem maior liberdade para ser retratada. Ao contrário dos programas de televisão, que tem a audiência e o gosto do público como parâmetros para sua produção, o cinema consegue ir além quando se pretende contar histórias menos tradicionais e com personagens que poderiam incomodar um público mais conservador. Enquanto, na televisão, a exibição do tal “beijo gay” é debatido à exaustão, no cinema encontramos inúmeras histórias que poderiam ser consideradas ousadas por retratarem dramas de personagens gays. De qualquer maneira, a sociedade ainda trata a questão da homossexualidade como tabu e poucas vezes esses dramas chegam a um grande público.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt; “Café com leite”(2007), o seu primeiro filme, também aborda a mesma temática. Quais as diferenças que você percebe em relação ao seu recente curta “Eu não quero voltar sozinho” e, em si mesmo, como diretor, ao passar desses quatro anos?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; Por estar muito envolvido, acho muito difícil comparar os filmes, apesar de sentir claramente a diferença entre os dois.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt;O CTAV concede como apoio a festivais de curta-metragem prêmios como a primeira cópia do filme em 35mm, mixagem, empréstimo de equipamentos e transfer de forma a incentivar o profissional curta-metragista que não está inserido no mercado, além de realizar os mesmo serviços, também gratuitamente, em seleção feita por seu site. Como diretor, quais as dificuldades e incentivos que você mais identifica para a realização de curtas-metragens no Brasil?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; A finalização certamente é a etapa mais difícil na produção de um curta porque chegamos nessa fase já quase sem verba e os custos são sempre muito altos. Por este motivo, os apoios que o CTAV dão são essenciais para que alguns filmes cheguem às telas da melhor forma possível.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt;Os interessados em conhecer seu trabalho, o mais recente “Eu não quero voltar sozinho” e, o anterior, “Café com leite”, poderão encontrá-los aonde?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; Os dois estão disponíveis no YouTube.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt;Quais são seus projetos futuros?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; Atualmente estou trabalhando no longa metragem baseado na mesma história do Eu Não Quero Voltar Sozinho.</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>&gt;&gt; Qual o conselho que você deixa aos curta-metragistas que estão começando?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em><span>Daniel Ribeiro&gt;&gt; Paciência! São inúmeras as dificuldades que temos quando estamos produzindo com tão pouco dinheiro e isso muitas vezes causa um certo desânimo. É importante lembrar que todas as nossas decisões ficam registradas pra sempre no filme e tudo aquilo que deixarmos de fazer, seja lá por qual motivo, pode se tornar arrependimento toda vez que o assistirmos. Seria triste ver o filme e pensar que poderia ter rodado um take a mais ou dedicado uma semana extra pra edição de som, por exemplo. Por isso acho necessário paciência e persistência para que você faça o filme do jeito que você imaginou.</span></em></p>
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		<title>Serviços CTAv</title>
		<link>http://www.ctav.gov.br/2011/08/30/servicos-ctav-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 16:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inscrições abertas para o 5º Período]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<p>Estão abertas as inscrições para os serviços de mixagem, transfer e empréstimo de equipamentos até o dia 29 de setembro! Para concorrer, é só entrar no site, ler o regulamento do serviço almejado, concordar com os termos e preencher o formulário. Nos casos de mixagem e transfer, o proponente deverá enviar também por correio 3 (três) unidades de Dvds com a gravação do filme para avaliação.</p>
<p>Os resultados serão publicados no dia 21/10/2011 no site do CTAv. Não deixe de se inscrever!</p>
<p>Para dúvidas, enviar email para<a href="http://www.ctav.gov.br/2011/08/09/servicos-ctav/comunicacao.ctav@cultura.gov.br"> comunicacao.ctav@cultura.gov.br</a></div>
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		<title>Entrevista com a diretora de &#8220;Leite e Ferro&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 16:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias CTAv]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça Cláudia Priscilla, vencedora na Competição Internacional do Prêmio Femina 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em um mundo onde as pessoas levam anos para criar laços, ter apenas quatro meses para uma mãe permanecer com seu próprio filho soa angustiante. Em entrevista ao CTAv, Cláudia Priscilla, a diretora de “Leite e Ferro”, vencedora do Prêmio Femina na categoria Competição Internacional, fala um pouco sobre sua vida, obra e opiniões.</p>
<pre>

<div id="attachment_5949" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/08/divulgacao.jpg"><img class="size-full wp-image-5949" title="divulgacao" src="http://www.ctav.gov.br/wp-content/uploads/2011/08/divulgacao.jpg" alt="Divulgação" width="500" height="261" /></a><p class="wp-caption-text">Divulgação</p></div></pre>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left; "><span style="font-family: 'Courier New', monospace;"><span style="line-height: 18px; white-space: pre;"><br />
</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt;Primeiro gostaria que você se apresentasse e contasse um pouco da sua trajetória profissional:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt;<span style="color: #3366ff;"> </span>Sou formada em Jornalismo, mas trabalho com cinema há 10 anos. Como diretora comecei com dois curtas “Sexo e Claustro” e “Phedra” que também tratam do universo feminino.</em><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt; “Leite e ferro” é um filme que fala sobre as dificuldades vividas por presas em  um Centro de Amamentação Carcerário. O que a motivou a fazer um documentário sobre esse tema?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; A idéia de fazer este filme veio depois que passei pela experiência da maternidade. Tive curiosidade de saber como este momento é vivido dentro dos limites físicos e psicológicos impostos numa instituição carcerária. Entender mais a maternagem, depositar meu olhar em histórias completamente diferentes da minha.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt;Como foi a experiência de estar em contato com a realidade dessas detentas durante esses dois meses de filmagem?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Foi difícil. Me senti muito culpada por pentencer a um universo distinto do delas. Só o fato de estar livre já me colocava em uma situação muito melhor. Tive que trabalhar isso durante o processo.</em><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt;Você, como militante dos direitos humanos, concebe esse documentário que vem ser, além de obra de valor artístico, o porta-voz de uma questão social. Quando o seu filme recebe uma vitória ou menção, como você a encara, o que ela representa para você?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Não tenho a pretensão de ser porta-voz, meu desejo é levantar questões relevantes aos direitos das mulheres. Infelizmente ainda é necessário falar disso no Brasil, ainda há muito a ser feito em relação aos direitos humanos. Claro que é uma delícia ser premiada, me dá a certeza que tem outras pessoas que se preocupam e se sensibilizam com meu trabalho. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt; Foi feita uma pesquisa prévia sobre o tema?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Num primeiro momento me dediquei a bibliografia relacionada ao tema&#8230; mas foi com elas, no cotidiano da instituição que aprendi muita coisa.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span>&gt;&gt;O filme deixa claro que aquela não é a imagem do</span><span> </span><span>CAHMP, mas das pessoas que foram registradas lá naquele momento. Nesse recorte, você contou como protagonistas as próprias detentas, mães que cativaram o público com a revelação da sua intimidade, o que<em> </em>inclusive levou o filme ao prêmio Femina de Melhor Destaque Feminino. Poderia nos contar um pouco sobre essas mulheres em particular?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Admiro muito as mulheres que estão no filme. A protagonista já vivenciou duas vezes a maternidade no cárcere. Não coloquei no filme o por que delas estarem presas, o que importa é a situação limite que vivenciaram com seus filhos. Cada uma delas tem uma história de vida ímpar e isso é encantador.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt;Algo que fica muito claro no filme é como as personagens ficam à vontade para contar suas histórias, por mais chocantes que sejam.<span> </span>Como se deu essa sintonia com as mães para que houvesse tanto conforto em se expor frente à câmera?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Fiquei dois meses com elas sem ligar a câmera, acho que isso possibilitou uma relação mais íntima. Outro ponto importante foi a utilização das “rodas de conversa”, onde eu sugeria um tema e elas falavam livremente sobre ele. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt; Você tem outros dois filmes “Sexo e Claustro” e “Phedra”, pode nos falar mais sobre eles?</strong><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Esses dois curtas também retratam mulheres especiais&#8230; Sexo e claustro é sobre Maria Del Pillar, uma ex freira lébica e Phedra é uma transexual cubana que vive em São Paulo. São dois presentes na minha vida.</em><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span><strong>&gt;&gt;Quais são seus projetos futuros? </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Cláudia Priscilla&gt;&gt; Meu próximo longa “Olhe Pra Mim de Novo” estreia na próxima semana no Festival de Gramado. Fiz este filme com o Kiko Goifma que é meu marido, trabalhamos juntos há bastante tempo, mas é a nossa primeira direção conjunta. </em></p>
<p style="text-align: left; "><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Receba nossas notícias!</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 18:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para poder receber notícias sobre inscrições para serviços de mixagem, tranfer, empréstimo de equipamentos, festivais, oficinas, matérias do cinema nacional, entrevistas com diretores e muito mais, basta realizar o seu cadastro!</p>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 22:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Magalhães</dc:creator>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 18:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Balo</dc:creator>
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